Crisântemo: como cuidar para florir mais

 

Como cuidar de crisântemo corretamente, estimular floração, adubar, podar e controlar pragas com técnicas eficazes.

O crisântemo está entre as plantas ornamentais mais cultivadas no mundo. Presente em jardins residenciais, vasos decorativos, floriculturas e produção comercial em larga escala, ele reúne três características que explicam sua popularidade: abundância de flores, ampla diversidade de cores e excelente adaptação ao cultivo em vasos.

No entanto, apesar da fama de planta resistente, muitos leitores do Jardim Verde Net relatam dificuldades como floração curta, folhas amareladas, excesso de botões que não abrem, plantas que definham após a primeira florada ou dúvidas sobre crisântemo após a floração o que fazer.

Este artigo foi desenvolvido para responder, com profundidade técnica e linguagem clara, à principal intenção de busca: Crisântemo como cuidar. Aqui você encontrará informações completas sobre cultivo, nutrição, poda, controle de pragas, multiplicação e estratégias para estimular florações mais intensas e duradouras.


Ficha técnica e taxonomia

Nome popular: Crisântemo
Nome científico: Chrysanthemum spp.
Espécie mais cultivada: Chrysanthemum x morifolium
Família botânica: Asteraceae
Origem: Ásia (principalmente China e Japão)
Ciclo: Perene de vida curta, cultivada como anual em muitos casos
Porte: 20 cm a 1,2 m (dependendo da variedade)
Cores das flores: Branco, amarelo, rosa, vermelho, vinho, lilás, bronze, verde, bicolores
Tipo de inflorescência: Capítulo (típico da família Asteraceae)
Uso: Ornamental, paisagismo, vasos decorativos, flores de corte

O gênero Chrysanthemum spp., pertencente à família Asteraceae, compreende diversas espécies de grande importância econômica. Dentre estas, destaca-se o Chrysanthemum x morifolium, amplamente cultivado para fins ornamentais devido à sua diversidade de cores e formas.

As flores que visualmente parecem únicas são, na verdade, inflorescências compostas por dezenas ou centenas de pequenas flores agrupadas em um capítulo — característica típica da família.


Crisântemo como cultivar: fundamentos que determinam sucesso

Antes de aprofundar em técnicas específicas, é essencial compreender um ponto central: o crisântemo é uma planta de dias curtos. Isso significa que sua floração é induzida por redução do fotoperíodo (noites mais longas). Em cultivo doméstico, essa característica explica por que a floração costuma ocorrer com maior intensidade no outono.

Entender essa fisiologia evita frustrações. Não se trata apenas de regar e adubar — trata-se de respeitar a biologia da planta.



Condições ideais de cultivo

Luminosidade

O crisântemo necessita de alta luminosidade para florescer adequadamente. O ideal é:

  • Sol pleno por pelo menos 4 a 6 horas diárias

  • Em regiões muito quentes, sol da manhã e meia-sombra leve à tarde

Ambientes com pouca luz resultam em:

  • Crescimento estiolado

  • Hastes frágeis

  • Redução significativa da floração

Para quem busca crisântemo como cuidar em vaso, a posição do vaso é determinante. Varandas voltadas para leste ou norte (no hemisfério sul) são ideais.


Temperatura

A faixa ideal situa-se entre 15°C e 25°C. Temperaturas elevadas acima de 30°C reduzem a durabilidade das flores e podem provocar abortamento de botões.

Em regiões muito quentes, recomenda-se:

  • Ventilação adequada

  • Evitar locais com calor refletido de paredes ou pisos


Substrato e solo

O substrato deve apresentar:

  • Boa drenagem

  • Alta matéria orgânica

  • pH entre 6,0 e 6,8

Mistura recomendada para vasos:

  • 40% terra vegetal estruturada

  • 30% composto orgânico curtido

  • 20% areia grossa lavada

  • 10% húmus de minhoca

Evite substratos compactados. O crisântemo é sensível ao encharcamento radicular.


Como regar crisântemo corretamente

A rega é um dos fatores mais críticos no cultivo.

O solo deve permanecer levemente úmido, mas nunca saturado.

Frequência média

  • Verão: 3 a 4 vezes por semana

  • Inverno: 1 a 2 vezes por semana

A frequência real depende de:

  • Tamanho do vaso

  • Tipo de substrato

  • Clima da região

Técnica adequada

  • Regar diretamente no substrato

  • Evitar molhar flores e folhas

  • Garantir drenagem eficiente

O excesso de água favorece doenças como podridão radicular causada por Pythium spp. e Phytophthora spp..

Sinais de erro na rega:

  • Folhas amareladas e moles → excesso

  • Folhas murchas e secas → falta

Vale a regra de ouro: antes de regar novamente, introduza o dedo cerca de 2 cm no substrato — se ainda estiver úmido, aguarde; se estiver seco nessa profundidade, é o momento certo de irrigar.

Nutrição e adubação para crisântemo florir

Para quem busca adubação para crisântemo florir, é importante compreender que a nutrição deve acompanhar as fases da planta.

Fase vegetativa (crescimento)

Priorizar nitrogênio moderado.

Formulação recomendada:

  • NPK 10-10-10 ou 12-10-10

Aplicação:

  • A cada 15 dias em vasos

  • Incorporado levemente ao substrato

Alternativas orgânicas:

  • Húmus de minhoca

  • Torta de mamona (com cautela)

  • Composto orgânico bem curtido


Fase pré-floração e floração

Reduzir nitrogênio e aumentar potássio.

Formulações recomendadas:

  • NPK 4-14-8

  • NPK 10-15-20

  • NPK 08-12-16

O potássio fortalece hastes e melhora a qualidade das flores.

Alternativas orgânicas:

  • Cinza de madeira peneirada (rica em potássio)

  • Farinha de ossos

  • Bokashi

Importante: adubação orgânica e mineral podem ser complementares, não excludentes.

Micronutrientes como ferro e magnésio são essenciais para manter folhas verdes e metabolismo ativo.


Poda e manejo para estimular novas florações

A poda é determinante para manter o crisântemo produtivo.

Desponte

Realizado no início do crescimento, estimula ramificações laterais e maior número de flores.

Remoção de flores secas

Evita gasto energético desnecessário e prolonga a floração.

Poda pós-floração

Reduzir a planta para cerca de 10 a 15 cm do solo.

Essa prática estimula nova brotação e prepara a planta para novo ciclo.


Crisântemo após a floração o que fazer

Essa é uma dúvida recorrente.

Após a floração:

  1. Remover todas as flores secas

  2. Realizar poda de renovação

  3. Reduzir adubação por 30 dias

  4. Manter rega moderada

A planta entra em fase de recuperação. Não descarte o vaso prematuramente — muitos exemplares florescem novamente no ciclo seguinte.


Crisântemo como fazer muda

A multiplicação pode ser feita por estaquia.

Passo a passo

  1. Escolher ramos saudáveis sem flores

  2. Cortar estacas de 8 a 12 cm

  3. Remover folhas inferiores

  4. Plantar em substrato leve e úmido

  5. Manter em ambiente iluminado sem sol direto

Enraizamento ocorre entre 15 e 25 dias.

Também é possível dividir touceiras em plantas mais antigas.


Pragas e doenças: identificação e controle

Essa seção exige atenção especial.

Pulgões (Aphis gossypii)

Sintomas:

  • Brotações deformadas

  • Presença de insetos verdes ou pretos

  • Melada e fumagina

Controle caseiro:

  • Solução de água com sabão neutro (1 colher por litro)

  • Óleo de neem

Prevenção:

  • Boa ventilação

  • Evitar excesso de nitrogênio


Ácaro-rajado (Tetranychus urticae)

Sintomas:

  • Pontuações amareladas

  • Teias finas

  • Folhas secas

Controle:

  • Aumentar umidade do ambiente

  • Aplicação de enxofre líquido ou neem


Tripes (Frankliniella occidentalis)

Sintomas:

  • Flores manchadas

  • Botões deformados

Controle:

  • Armadilhas adesivas azuis

  • Extrato de alho


Doenças fúngicas

Oídio ((principalmente Golovinomyces cichoracearum)

Pó branco nas folhas.

Controle:

  • Leite diluído (1 parte leite para 9 de água)

  • Bicarbonato de sódio (1 colher chá por litro)


Ferrugem branca do crisântemo (Puccinia horiana)

Manchas amareladas na face superior e pústulas na inferior.

Controle:

  • Remover folhas afetadas

  • Fungicida à base de cobre


Podridão radicular (principalmente Pythium spp. e Phytophthora spp)

Causada por excesso de umidade.

Prevenção:

  • Substrato drenável

  • Evitar encharcamento


Curiosidades sobre o crisântemo

O crisântemo possui forte carga simbólica e histórica, o que ajuda a explicar sua popularidade mundial.

Na Ásia, especialmente na China e no Japão, é símbolo de longevidade, honra e nobreza. No Japão, o crisântemo está associado à família imperial, sendo inclusive representado no selo oficial do Imperador. Já na China, é tradicionalmente ligado ao outono e à serenidade.

O próprio nome “crisântemo” tem origem no grego: chrysos significa ouro e anthemon significa flor — uma referência às primeiras variedades amarelas cultivadas na Antiguidade.

No Brasil e em diversos países da Europa, a planta também está culturalmente associada ao Dia de Finados, o que influencia fortemente seu pico de comercialização sazonal.

É uma das flores ornamentais mais produzidas e comercializadas no mundo, tanto como planta envasada quanto como flor de corte. Seu sucesso comercial se deve à alta diversidade genética e à capacidade de indução floral controlada por fotoperíodo, o que permite produção programada em escala.

Existem milhares de cultivares registrados, com grande variação de forma e arquitetura floral. Entre os principais grupos morfológicos estão:

  • Pompom (flores globulares e compactas)

  • Margarida (centro aparente com pétalas radiais)

  • Spider (pétalas longas e finas)

  • Anêmona (centro elevado e volumoso)

A durabilidade pós-colheita é outro fator determinante de sua importância econômica. Em condições adequadas, hastes florais podem manter qualidade ornamental por duas a três semanas, especialmente quando manejadas com soluções conservantes.

Além do uso ornamental, algumas espécies do gênero Chrysanthemum são utilizadas na medicina tradicional asiática, principalmente na forma de infusões, atribuídas popularmente a propriedades antioxidantes e calmantes.

Essa combinação de valor simbólico, diversidade genética e relevância comercial consolidou o crisântemo como uma das plantas ornamentais mais importantes do mundo.


Diferenças entre o cultivo de crisântemo em vaso e no solo

Embora pertençam à mesma espécie, o comportamento do crisântemo pode variar significativamente conforme o sistema de cultivo. Entender essas diferenças é fundamental para ajustar manejo, adubação, rega e poda com precisão.

A seguir, detalhamos os pontos críticos que diferenciam o cultivo em vaso do cultivo direto em canteiros.

1. Desenvolvimento radicular

Em vaso

O crescimento das raízes é limitado pelo volume do recipiente. Isso implica:

  • Maior sensibilidade ao excesso ou falta de água

  • Necessidade de adubações mais frequentes

  • Maior risco de compactação do substrato

Vasos pequenos aceleram o esgotamento nutricional. O ideal é utilizar recipientes com no mínimo 20 a 25 cm de profundidade para variedades médias.

No solo (canteiros)

As raízes exploram maior volume de terra, resultando em:

  • Maior estabilidade hídrica

  • Crescimento vegetativo mais vigoroso

  • Plantas potencialmente mais altas

No solo, o crisântemo tende a formar touceiras mais robustas ao longo dos ciclos.

2. Manejo da irrigação

Em vaso

A drenagem depende exclusivamente da qualidade do substrato e dos furos no fundo do recipiente. O risco de encharcamento é maior.

Recomenda-se:

  • Substrato leve e aerado

  • Camada de drenagem (argila expandida ou brita)

  • Monitoramento frequente da umidade

O erro mais comum em vasos é regar em excesso por medo de ressecamento.

No solo (canteiros)

O solo tende a reter umidade de forma mais equilibrada, especialmente se rico em matéria orgânica.

Entretanto, em solos argilosos e mal drenados, o risco de doenças radiculares aumenta. Nestes casos, canteiros elevados são recomendados.

3. Nutrição e adubação

Em vaso

A reposição de nutrientes deve ser mais frequente, pois o volume de substrato é limitado.

Estratégia recomendada:

  • Adubação leve a cada 15 dias

  • Alternância entre adubo mineral (NPK) e orgânico

O excesso de fertilizante pode causar salinização e queima radicular.

No solo (canteiros)

A adubação pode ser mais espaçada, pois o solo possui maior capacidade de retenção e ciclagem de nutrientes.

Incorporação anual de composto orgânico melhora significativamente o desempenho.

4. Controle de temperatura

Em vaso

O substrato aquece e esfria mais rapidamente.

Em regiões muito quentes, vasos expostos ao sol da tarde podem elevar a temperatura radicular, prejudicando a planta.

Dicas:

  • Evitar vasos escuros sob sol intenso

  • Utilizar cobertura morta superficial

No solo (canteiros)

A temperatura radicular tende a ser mais estável, proporcionando maior equilíbrio fisiológico.

5. Floração e porte

Em vaso

  • Porte mais compacto

  • Floração controlada e adequada para decoração

  • Ideal para varandas e áreas pequenas

Com manejo adequado, a floração pode ser intensa, mas a longevidade da planta pode ser menor se o substrato não for renovado.

No solo (canteiros)

  • Plantas mais volumosas

  • Maior número de hastes florais

  • Melhor adaptação a cultivo perene

Em canteiros bem manejados, o crisântemo pode se estabelecer por vários ciclos.

6. Pragas e doenças

Em vaso

Ambientes fechados favorecem:

  • Pulgões

  • Ácaros

  • Tripes

A ventilação é essencial.

No solo (canteiros)

Maior exposição a:

  • Lesmas e caracóis

  • Nematoides

  • Fungos de solo

A rotação de culturas ajuda a reduzir problemas sanitários.

Observações

Se o objetivo é decoração temporária e controle estético preciso, o cultivo em vaso é excelente opção.

Se a intenção é formar maciços florais mais permanentes e vigorosos, o cultivo direto no solo tende a oferecer melhores resultados a longo prazo.

Ambos os sistemas funcionam bem quando o manejo é ajustado às características específicas de cada ambiente. O erro mais comum é aplicar a mesma rotina de cuidados para ambos, ignorando as diferenças estruturais entre vaso e solo.

Compreender essas distinções permite decisões mais técnicas e evita perdas desnecessárias no cultivo do crisântemo.


Perguntas e Respostas sobre Crisântemo

Crisântemo precisa de sol pleno?

Sim. O crisântemo precisa de pelo menos 4 a 6 horas de sol direto por dia para florescer com qualidade. A falta de luminosidade reduz a formação de botões e enfraquece as hastes.

Em regiões muito quentes, o ideal é sol da manhã e leve sombreamento à tarde, evitando estresse térmico.

Crisântemo pode ficar na sombra?

Não é indicado. Em sombra intensa, a planta até sobrevive, mas dificilmente floresce bem. A luminosidade é fator determinante para estimular a indução floral.

Pode plantar crisântemo direto no solo?

Sim, desde que o solo tenha boa drenagem, seja rico em matéria orgânica e receba luz adequada. Em canteiros, o desenvolvimento tende a ser mais vigoroso do que em vasos, pois as raízes exploram maior volume de solo.

Crisântemo em vaso precisa de que tipo de substrato?

Precisa de substrato leve, drenável e fértil. Uma mistura equilibrada com terra vegetal estruturada, composto orgânico e areia grossa é ideal. Vasos devem ter furos de drenagem eficientes.

Como regar crisântemo corretamente?

O solo deve permanecer levemente úmido, nunca encharcado. Regue apenas quando a camada superficial estiver começando a secar. Evite molhar flores e folhas para reduzir risco de fungos.

Crisântemo gosta de muita água?

Não. O excesso de água é uma das principais causas de morte da planta, favorecendo podridão radicular causada por fungos como Pythium spp. e Phytophthora spp..

Quanto tempo dura a floração do crisântemo?

A floração pode durar de 3 a 8 semanas, dependendo da variedade, temperatura, luminosidade e nutrição. Em temperaturas mais amenas, as flores tendem a durar mais.

Crisântemo floresce o ano todo?

Não naturalmente. É uma planta de dias curtos, florescendo principalmente no outono, quando as noites são mais longas. Em cultivo comercial, técnicas de controle de luz podem induzir floração fora de época.

Crisântemo volta a florescer depois que as flores secam?

Sim. Após a floração, deve-se realizar poda de renovação e ajustar a adubação. Com manejo adequado, a planta pode florescer novamente no ciclo seguinte.

Crisântemo após a floração: o que fazer?

Remover flores secas, podar a planta a cerca de 10 a 15 cm do solo, reduzir adubação por algumas semanas e manter rega moderada. Isso permite recuperação vegetativa antes do próximo ciclo.

Qual o melhor adubo para crisântemo florir?

Na fase de floração, priorizar adubos com maior teor de potássio, como NPK 4-14-8 ou 08-12-16. O potássio fortalece hastes e melhora qualidade das flores. Alternativas orgânicas como cinza de madeira peneirada também auxiliam.

Crisântemo como fazer muda?

A forma mais comum é por estaquia. Cortar ramos saudáveis de 8 a 12 cm, retirar folhas inferiores e plantar em substrato leve. O enraizamento ocorre em cerca de 20 dias.

Crisântemo é planta perene ou anual?

Botanicamente é perene, mas em cultivo ornamental doméstico muitas vezes é tratado como anual, especialmente quando não recebe poda e manejo pós-floração.

Crisântemo pode ser cultivado dentro de casa?

Somente se houver alta luminosidade natural próxima a janelas bem iluminadas. Ambientes internos com pouca luz comprometem a floração.

Por que meu crisântemo está com folhas amareladas?

As causas mais comuns são:

  • Excesso de água

  • Falta de nitrogênio

  • Substrato compactado

  • Ataque de pragas

Avaliar drenagem e rotina de rega é o primeiro passo.

Por que os botões do crisântemo não abrem?

Pode ocorrer por:

  • Falta de luz

  • Excesso de calor

  • Deficiência nutricional

  • Ataque de tripes (Frankliniella occidentalis)

Revisar luminosidade e adubação costuma resolver.

Crisântemo é tóxico para pets?

Pode causar desconforto gastrointestinal leve em cães e gatos se ingerido. Recomenda-se manter fora do alcance de animais domésticos.

Quanto tempo o crisântemo vive?

Com manejo adequado, pode durar vários anos. Em vasos pequenos e sem renovação de substrato, a longevidade tende a ser menor.

Crisântemo precisa de poda?

Sim. A poda de desponte estimula ramificação e mais flores. A poda pós-floração é essencial para renovação da planta.

Qual a melhor época para plantar crisântemo?

O ideal é plantar no final do inverno ou início da primavera, permitindo bom desenvolvimento vegetativo antes do período natural de floração.

Crisântemo atrai pragas?

Pode atrair pulgões (Aphis gossypii), ácaros (Tetranychus urticae) e tripes. A inspeção frequente e controle preventivo evitam infestações severas.


Conclusão

Compreender o crisântemo como cuidar vai muito além de manter a planta viva. Envolve dominar fatores como luminosidade, nutrição equilibrada, controle hídrico, poda estratégica e manejo fitossanitário preventivo.

O gênero Chrysanthemum spp. apresenta grande importância ornamental e econômica, especialmente o Chrysanthemum x morifolium, reconhecido pela diversidade de cores e formas que transformam qualquer ambiente.

Quando as condições ideais são respeitadas — solo drenável, adubação adequada, rega equilibrada e controle preventivo de pragas — a floração se torna abundante e recorrente.

Cultivar crisântemo com excelência é resultado de técnica, observação e ajustes contínuos. Ao aplicar as orientações deste artigo, você não apenas mantém sua planta saudável, mas cria condições reais para florações mais intensas e duradouras.


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Nota final:

Grande parte do conhecimento atual sobre o comportamento das plantas é resultado de estudos científicos conduzidos por universidades e centros de pesquisa. Instituições como a Unesp reúnem pesquisas que ajudam a compreender melhor as necessidades fisiológicas e ambientais das espécies cultivadas.




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